lundi 17 septembre 2007

Menos 11 segundos na sua vida.

Por que para de ler esse blog?
R: pois o autor faz coisas assim:


lundi 3 septembre 2007

A onda.



Já pensei em várias maneiras de explicar a sensação da volta pra casa depois de um ano fora, a minha sensação.
Já tentei dizer que é como um sonho que tivemos, e do qual de repente acordamos. Mas não é bem assim. Uma abdução por OVNIs talvez explicasse melhor a sensação, mas ainda não é boa. O melhor que eu conseguir chegar foi a explicação da onda do mar.
Todo mundo já quase se afagou na praia quando era pequeno depois de ter tomado uma « vaca » de uma onda. Você está lá tranquilo quando de repente uma onde te pega de surpresa, te joga no fundo, te rodopia pra todos os lados, te enche os pulmões de água, te confunde, te desespera, te tira a respiração, te arranha. Você se encontra num estado absurdo de desespero, acha que a vida vai acabar. Em lances de segundo toda sua vida passa pela sua cabeça, arrependimentos, raivas, desperdício. Você se duvida a cada momento se vai viver ou morrer. Você luta, você se desespera. Mas acaba. Depois de um terror absoluto, acaba. Então você, ainda em estado de pânico, emerge d’água. Ainda tentando entender o que se passou você olha para a praia, pros banhistas, pras nuvens. E você percebe que nada mudou e que aqueles 10 min que você passou embaixo d’água lutando bravamente pela sua vida na verdade foram 10 segundos. Mas o que realmente te choca é que durante aquela luta pela sobrevivência, onde toda a sua vida passa pela sua cabeça, durante o desespero entre a vida e a morte ninguém te percebeu. Você não gritou porque estava debaixo d’água. Ninguém te viu, ninguém te ouviu. Você passou por uma experiência que vai lembrar pro resto da vida, e as pessoas nem sequer mesmo notaram que ela estava acontecendo. O banhista que estava bem do seu lado não te viu e continua remando sua prancha. Você quer gritar : « meu Deus, olhe o que aconteceu comigo ! Você não vai acreditar !». Mas a fadiga do pseudo afogamento te tira as energias, e mesmo se você ainda a tenha o suficiente para contar, você não o faz. Não o faz pois o surfista do seu lado não vai acreditar que aquilo tudo aconteceu entre uma onda e outra.

O tempo dentro d’água passa mais devagar. E só quem passou por experiência similar pode ouvir, ou quer ouvir.

jeudi 19 juillet 2007

Tela em branco. Pinte-se.


O destino é seu !

Há pouco tempo eu comecei a escrever, e percebi que é uma ótmia maneira de colocar as idéias no lugar.
Hoje durante uma conversa um assunto que me indigna me veio à tona.
É a procuração que doamos ao destino, à Deus, ao horóscopo. Simplesmente doamos nossa vida à algo que não existe pra nos sentirmos mais confortáveis, na posição do peão-de-obra, que não toma deicsões, simplesmente as aceita e as executa, como se seguisse ordens divinas, superiores.
Como eu destesto essa caridade !
É tão comum nos encontrarmos em situações em que dizemos : « é, não era pra ser, não era pra acontecer… »
Simplesmente esquecemos que estamos absolutamente sozinhos nessa vida estranha pra tomarmos nossas prórprias decisões. Esquecemos que somos plenamente responsáveis e autônomos nas nossas escolhas, no nosso destino.
O que seria de Picasso, se desse o pincel pra outra pessoa e dissesse : « ok, pinte pra mim, pois eu não sei o que pintar. ». Entregamos nosso pincel e nossa tela à uma religião esúpida, à um horóscopo, à um irmão mais velho, ao jornaleiro da esquina (como dizia Raulzito).
Temos tão pouco nessa vida, e ainda assim entregamos em mãos alheias. Entregamos à sinais abslotumante sem significância, na nossa superticiosidade enraizada. Um ônibus perdido, uma má conscidência, já basta pra concluirmos besteiras e descartarmos grandes oportunidades de viver, vivenciar, sofrer e rir.

Quantas viagens, amores e amizades já perdemos por conclusões simplistas, sem um minuto se quer de reflexão ? Não são poucas. Pelo menos pra mim não. Por isso eu tento, na medida do possível, contrariar tudo que possa parecer um sinal para o não fazer, o não tentar, o desistir.
Se eu perco o ônibus eu vou de bicileta, se o pneu furou eu vou à pé. Se eu torço o tornozelo vou de carona, se eu for sequestrado não importa. O que interessa é que eu não doei meu destino à sinais estúpidos.
Sinais estúpidos. Cuidado, eles podem te amputar, te limitar e finalmente te fazer viver uma vida mais preta e branca. Nada mais triste que uma vida que pode ser impressa em uma velha impressora matricial.

Eu não tenho cavalo bravo, não tenho carro desgorvenado, nem avião sem ailerons . Eu tenho minhas duas pernas. É tudo que tenho. Pois são as duas coisas sobre as quais possuo contrôle e que comando, que domino. Nao vou as entregar à ninguém.

Se um « sinal » te diz pra « parar por aí », mande-o pra puta que o pariu. O sinal não existe. Ninguém está te vigiando. Ninguém se importa com você. Aceite que que a úncia pessoa responsável por você é você mesmo. Tudo que é fisicamente possível está a seu alcance. Tudo.
Pois domine seu cavalo bravo, controle seu carro desgovernado e aterrise seu avião em queda. Viva a sua vida, seus momentos. Se eles são grandiosos ou apáticos, quem difine isso é você, mais nada nem ninguém.

A pessoa mais madura e mais sabida que a gente sempre enxerga nos outros ainda não nasceu. A nossa estratosfera está mais próxima que parece. Está na nossa cabeça. Só depende de nós definirmos até qual altitude respiramos.

mardi 10 juillet 2007

L'Ile de Ré


Em português...
Cada um tem seu refúgio. Cada um tem seu canto, ou improvisa um canto. Cada pessoa acha seu lugar, seu mínimo, que é só dela, mesmo sendo de todos. Cada um tem sua impressão, todos são iluminados pelo sol, e ninguém o possui.
No último domingo eu fui pra Ilha de Ré (leia-se Rê em português). Eu achei meu canto. Canto de muitos outros, mas ainda meu canto.
A ilha de Ré não sabe que eu existo, nem nunca vai lembrar que lá estive. Mas ela é também minha ilha, minha, meu canto, só meu, mesmo sem ela saber.
Somos todos, suponho eu, « ilhas de Ré » de outras pessoas. Assim como acredito que cada um de nós possuímos várias ilhas de Ré. Não pertencemos a ninguém, pertencemos à todos. Não há razões pra ciúmes, todos os casais olham a lua cheia, sem a querer com exclusividade. Somos todos ilhas, isolados, amados e pertencentes ao mundo. Somos todos (com algumas exceções !) lugares exóticos prontos a serem explorados. Interessante para uns, apático para outros. Ensolarado para uns, chuvoso para outros.
Na Ilha de Ré eu me senti leve, me senti feliz.
Lá não chove, só faz sol.
Lá as ruas são de pedras e as janelas têm flores. Os muros são brancos e os velhinhos andam devagar. Lá as pessoas sorriem e dizem « bonjour! ».
Na ilha de Ré não há trânsito, há bicicletas.
Enquanto o mundo se apressa, a Ilha de Ré anda, quase que de propósito, devagar. Só descobrimos que nao é de propósito quando andamos por lá e vemos as pessoas de lá. Só então percebemos que a falta de propósito é o que faz dela tão especial.
O mundo se inspira no grandioso, no rápido e no rico. Ainda bem que existem lugares como a ilha de Ré pra nos mostrar que essa formula é incorreta. Ainda bem !
Viva o pequeno, o calmo, o lento, o desconhecido. Viva o simples, viva o original, viva a diferença.
Viva a Ilha de Ré.


En français...

Chaque un a son propre réfugie. Chaque un a son coin, ou improvise son coin. Chaque un trouve son lieu, son minimum, qui n’est que à lui, même si il est à tous. Chaque un a sa impression, tous sont illuminés par le soleil, et personne ne le possède.
Dans le dernier dimanche je suis allé à l’Ile de Ré. J’ai trouvé mon coin. Le coin de beaucoup d’autres, mais quand même mon coin.
L’ile de Ré ne sait pas que je existe, ni elle ne va jamais se rappeler que j’étais là. Mais elle est aussi ma ile, la mienne, mon coin, que à moi, même si elle sait pas.
Nous sommes tous, je suppos, « iles de Ré » à autres personnes. Je crois aussi que chaque un possède plusieurs iles de Ré. Nous ne sommes pas à personne, nous sommes à tous. Il n’y a pas des raisons pour la jalousie, tous les couples regardent la lune pleine, sans la vouloir exclusivement pour eux même.
Nous sommes tous des iles, isolés, aimés et appartenus au monde. Nous sommes tous (avec quelques exceptions !) de lieus exotiques prêts à être explorés. Intéressent pour quelques uns, apathique pour quelques d’autres. Ensoleillé pour quelques uns, pluvieuse pour quelques d’autres.
Dans l’ile de Ré, je me suis senti léger, je me suis senti heureux.
Là bas il ne pleuve pas, il ne fait que beau.
Là bas les rues sont à pierre, les fenêtres apportent des fleurs. Les murs sont blancs, et les vieux promènent lentement. Là bas les personne sourient et disent « bonjour ».
Dans l’ile de Ré, il n’y pas des embouteillages, il y a des bicyclettes.
Lors que le monde s’arrache, l’ile de Ré marche presque qu’en propos lentement. Nous ne apprenons que ce n’est pas en propos que après que nous y arrivons, ou que nous y parlons avec des personnes. Nous apercevons alors que la manque de propos, c’est justement ce qui la fait si spéciale.
Le monde s’inspire dans le grandiose, dans le rapide et dans le riche. Au moins il existe des lieus comme l’ile de Ré, pour nous montrer que cette formule est incorrecte. Au moins !
Vive le petit, le calme, le lent, l’inconnu. Vive le simple, vive l’original, vive la différence.
Vive l’ile de Ré.

mercredi 13 juin 2007

Eu não te amo.




- Não, eu não te amo. Isso é uma ofensa à nossa história. -


Seria como dizer : « adorei esta refeição, parece um Big Mac. »
Eu odeio massificação, padronização e rotulação. Parece que só existe dois estados quando estamos com alguém. Antes e depois do « eu te amo ».
Como pode ser tão simplista essa diferenciação !
Cada pessoa tem uma história, uma maneira de pensar, um gosto musical, sues traumas, seus prazeres. Como podemos desprezar a complexidade de cada pessoa? Como podemos precisar tão digitalmente o estado em que sentimos as coisas? Ou eu eu te amo ou não. É como o número um e o zero booleanos. Ou é, ou nao é.
Não gosto que me digam como devo me sentir. Já ouvi muitas frases da natureza : « se você pensa sempre na pessoa, se sentes saudades é porque está amando ».
Faça o que quiser, mas não classifique o que eu sinto. Afinal nem eu sei.


- Eu sinto uma mistura de saudades, alegria, vazio, euforia, sonho, conforto , desespero e mais muitas outras coisas que não escreveram ainda no dicionário. Se querem chamar de amor, que chamem, mas é simplista e incompleto. A única coisa que eu sei é que no meu peito chacoalha um cocktail de emoções único, só meu, só nosso -


Toda essa padronização me irrita muito. Muito. Assim como odeio dança coreografada, Gugu Liberato, dia dos namorados e piadas machistas. Big Macs também. Todos os últimos são uma tentativa de padronização, de massificação ; Como se todos fôssemos iguais e com uma quantidade de sentimentos padronizadas. E se o que eu sinto for algo que ninguém nunca sentiu ? Quem sabe o que o outro sente ?
Esse ensaio de aniquilar toda originalidade do indivíduo é uma tragédia. Há tanta beleza e horror em cada pessoa. Cada pessoa é uma peça de teatro, com suas tragédias e comédias.
No dicionário, no lugar da palavra « amor » deveriam existir linhas em branco. Cada um completaria com sua própria definição. Afinal definir o amor “comum” não faz nenhum sentido. Pelo menos pra mim não.

Essa mania do ser humano de traçar fronteiras é tão virtual quanto a linha do Equador. Minha bússula não funciona, o norte e o sul se misturam. O oceano Atlântico e Pacífico se misturam, não há linhas que os separam.

- O caos que existe dentro de mim tem um filho, ele se chama paz. É tudo o que eu sei. –


- Só tenho certeza de que sinto, simples como deve ser. E que no meu Aurélio o seu nome está escrito em algum lugar entre as linhas em branco .-
O dicionário continua pequeno pro nosso infinito interior.

vendredi 8 juin 2007

Minha modesta definição de saudade. / Ma modeste définition de saudade.


en portugais...

Já li e escutei muitas definições de saudade, algumas conseguiram chegar perto ( Carlos Drummond de Andrade ), mas nunca me conveceram realmente.
Acho que é tão dificil de definí-la porque ela é por princípio, a definição daquilo que não está lá. Aquilo que te dá fome no peito. Aquele passo em falso numa escada, o apoio que pensávamos que estava lá, instinsitvamente. Mas que não está. Como descrever o vazio ? Como descrever o vácuo ?
A saudade pra mim é o vácuo, que deveria ser preenchido com algo que eu não sei. E esse « não sei » é que torna a saudade tão particular.
Um cego de nascença sente saudade do pôr-do-sol. Um surdo de nascença sente saudade do violão. Isso pra mim é saudade. É saber que existe algo extraordinário, mas que não temos a menor idéia do que é sentir este « algo ».
Sinto saudades de 5 anos atrás, quando eu não sabia o que sei hoje, e queria tê-lo sabido. Tenho saudades do agora, que poderia ser um momento pra lembrar pro leito de morte, mas que é apenas um espaço no tempo desperdiçado.
Tenho saudades do não saber, quando o saber não era importante. Tenho saudades da pessoa que eu não sou e nunca fui.
Tenho saudade das pessoas incríveis que nunca conheci e nunca vou conhecer. Saudades da música que eu nunca escutei. Saudades do prato que eu nunca comi. Saudades do lugar que eu nunca visitei. Tenho saudades dos amores que nunca tive e nunca vou ter.
Saudade é fome de espírito. É querer se alimentar sem saber que tem fome. É tomar uma gota d’água quando temos sede de uma garrafa inteira.
Saudade é um ponto de interrogação só, sem frase que o antecede.
E como se não bastasse o labirinto dessa palavra, eu sinto saudades de não saber que quando eu preenchia o « vácuo », eu não percebia que eu matava a fome.
Sou um cego que quando enxerga o pôr-do-sol, fecha os olhos. Um surdo que tampa os ouvidos ao escutar o som do violão.
Por isso a saudade vai estar sempre comigo. A saudade de quando eu não precisaria ter saudade.
… A saudades não é uma palavra, é um livro inteiro com páginas em branco…


en français...
J’ai déjà lu et écouté plusieurs définitions de saudades, quelques ont presque réussi (Carlos Drimmonde Andrade), mas elles ne m’ont jamais convaincu vraiment.
Je crois que c’est difficile de la définir, parce qu’elle est par principe la définition de ce qui n’est pas là. Ce qui nous fait avoir faim au cœur. Le pas false sur un escalier. Le soutien qu’on pensait qui était là, instinctivement. Mais il n’est pas là. Comment décrire le vide ? La saudade pour moi, c’est le vide, qui devrait être rempli avec je ne sais pas quoi. Et c’est ce « je ne sais pas quoi » qui fait la saudade tellement particulière. Un aveugle de naissance sent saudades du couché du soleil. Un sourd de naissance sent saudades du son d’une guitare. La saudades, c’est savoir qu’existe une chose extraordinaire, mais qu’on ne va jamais savoir comment sentir cette chose là.
Je sens saudades d’il y a 5 ans, quand je ne savais des choses que je sais aujourd’hui, et je voudrais l’avoir su. J’ai saudades de maintenat, quand ça pourrait être un moment que je pourrais me rappeler dans le jour de ma morte, mais qui c’est un espace de temps gaspillé comme beaucoup des autres.
Je sens de ne pas savoir, quand le savoir n’était pas important. J’ai saudades de la personne que je ne suis pas, et que je n’ai jamais été. J’ai saudades des gens extraordinaires que je n’ai jamais connu, et que je ne vais jamais connaitre. Saudades des musiques que je n’ai jamais entendues. Saudades des repas que je n’ai jamais goutés. Saudades des lieus que je ne suis jamais allé. J’ai saudades des amours que je n’ai jamais eu et que je ‘aurai jamais.
Sadades c’est la faim de l’âme. C’est vouloir se nourrir, sans savoir qu’on a faim. C’est boire une goutte d’eau, quand on a soif pour une bouteille entière.
Saudade est un point d’interrogation sans une phrase antécédente.
Comme si ça ne suiffait pas, le labyrinthe de ce mot, je sens saudades de quand je ne savais pas que je me nouais, que je rempliais le vide.
Je suis un aveugle qui ferme les yeux quand je vois le couché du soleil. Je suis un sourd qui ferme les oreilles quand j’écoute le son d’une guitare.
À cause de ça, la saudade va être toujours avec moi. La saudade de quand je n’avais pas besoin d’avoir saudades.
…… La saudades n’est pas un seul mot, c’est un livre entier avec les pages blaches….

jeudi 7 juin 2007

Formas de expressão.






Como todo bom idiota, eu gosto de pensar idiotices. Uma certa vez, indo ao jogo do Galo no mineirão, comecei a reparar na torcida e as coisas que fazia e cantava. Cantavam “GAALOOO, GAAALOOOO, GAAAALOOOO!!” (obviamente) e percebi que o faziam por dois motivos: porque amam o time e segundo porque sentem prazer, estao felizes de estarem ali, vão assistr o jogo de futebol que queriam, do time que gostam. E, por ser um idiota, comecei a imaginar coisas idiotas.
Comecei com a lasagna. Eu gosto de lasagna, adoro lasagna. Sinto um prazer imenso em comer lasagna, e fico super feliz quando vejo aquele prato lindo na minha frente. OK. Porque é que eu não salto da cadeira, tiro a camisa, começo a rodá-la e a gritar: “LASAAAAANGA, NHAAA NHAAA NHAAA NHAAAA”... ou, num momento de paixão, execrando o adversario: "EI SPAGUETTI, VAI TOMAR NO CU!!” ..... Não sei quanto tempo minha forma de expressar a alegria de estar ali em frente ao um prato de lasagna ia ser tolerada num restaurante. Eu gosto do Galo, gosto de lasagna, porque é que eu só grito quando eu vejo o Galo? Se formos pensar, seria um pouco estranho se fôssemos o tempo todo como as torcidas de futebol. Seria bizarro por exemplo um casal chegando num motel. Uma vez pelados, a situação se transformaria numa bavardia completa: o cara na janela soltando um rojão e gritando “BUCCCEEEETA, TA TA TA TA TA!!!!” e a menina pulando em cima da cama, rodando o sutiã berrando: “PINTO DOIIIIIIDO, DOI DOI DOI DOIDOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!

Seria estranho se pensarmos bem.